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Quarta-feira, Março 30, 2005
Mais Imagens da peça:
 
Fotos de Camille Gremmez, Eduardo Moreira
e Natan , o difícil é saber quem tirou qual
foto... rs!
30.3.05
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Sábado, Março 26, 2005
Imagens da peça:
 
Fotos de Eduardo Moreira, Natan e outros.
26.3.05
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Sexta-feira, Março 25, 2005
Entramos na reta final... com sucesso.
A montagem ficou muito divertida, ontem tivemos a nossa quarta
apresentação, uma seção lotada com um público muito bom, o
José Aguiar, o Natan e vários rostos conhecidos estavam na
platéia, muitas risadas e aquele sorriso de satisfação nos
rostos do pessoal na saída, não tem recompensa melhor! Estamos
muito satisfeitos com a montagem, e o público tem rasgado
elogios.
Só temos mais duas apresentações, hoje meia noite e amanhã,
depois eu vou postar aqui, e no hot-site da peça, as fotos
da peça, do Gralha e do Craniano com novo figurino... que
não publiquei ainda aqui pra não estragar as surpresas de
quem vai ver a peça no teatro...
Ontem também o Terence estava registrando a peça em video
digital, em breve teremos um DVDzinho, praqueles que queriam
muuito ver a peça, mas não puderam vir para Curitiba, como
o Tako X que tá lá no Japão (veja aqui o
blog dele atualizado!) e o pessoal de Sampa que não pára
de mandar e-mail e ligar querendo saber se a peça vai fazer
temporada na terra da garoa, e os malucos do Rio de Janeiro,
pessoal da Mad e outros que ficam me cobrando uma apresentação
ao menos pros cariocas... bom pra este pessoal o nosso diretor
Edson Bueno e o Fiani deram um recado: "Venham ver em Curitiba,
mas se houver patrocínio a montagem pode ir pra qualquer lugar,
até pro Japão". Então, produtores de plantão... se alguém
se habilita, são 21 atores, 4 técnicos e o diretor... estamos
abertos para as propostas.
Agora pra quem está em Curitiba, não tem desculpa... o Teatro
Lala Schneider é na Rua Treze de Maio, 629 - Largo da Ordem
- Curitiba/PR - Fone: (41) 232-8108 / 323-7390, e só tem mais
duas apresentações neste festival, nesta sexta-feira e sábado,
meia noite... esperamos vocês lá.
25.3.05
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Quarta-feira, Março 23, 2005
Leia aqui a entrevista que Edson Bueno concedeu ao site
do FTC:
Os Novos Tempos de Edson Bueno - 08.03.2005
O diretor, ator e dramaturgo Edson Bueno está numa roda-viva
como há tempos não acontecia em sua vida. Ensaia intensivamente
as peças "Metamorphosis", adaptada por ele da obra de Franz
Kafka, e "O Gralha em: Curitiba Cidade do Pecado", também
de sua autoria, que estréiam respectivamente nos dias 17 e
21, dentro do 14º Festival de Teatro de Curitiba. Além disso,
acompanha com olhos de diretor - e autor - "Psicose - a Comédia",
que está em carreira normal, mas que constará do Festival,
com sessões no Teatro Lala Schneider.
Dirige com Beto Lanza "Estado de Guerra", cujo texto de sua
autoria foi premiado num concurso nacional promovido pela
Universidade Federal da Paraíba. Para completar, atua como
ator de "O Último Capítulo", de Flávio de Souza, com direção
de George Sada, que chega aos palcos em abril.
Além disso tudo, jogou-se em duas experiências inéditas para
ele: a de professor ¿ está dando aulas de Roteiro e Interpretação
na Academia Internacional de Cinema ¿ e de empresário. Na
próxima quinta-feira, dia 10, inaugura o Teatro Edson Bueno,
na Galeria Pinheiro Lima, na Praça Tiradentes, onde por muitos
anos funcionou o Cine Glória.
"Vivo uma nova fase, com uma energia de adolescente. Estou
no auge dos meus 49 anos", comemora. "Estou numa virada".
Realmente, a vida chegou com uma braçada de oportunidades
e Edson abraçou-as todas. Depois de sete anos trabalhando
na Fundação Cultural de Curitiba, sentiu que bem ou mal, estava
"meio acomodado". Cumpria expediente o dia todo e cuidava
dos seus projetos particulares à noite. Agora tem todo o tempo
livre para dedicar-se a si mesmo.
"Minha energia está totalmente centrada no teatro, nas peças,
nas aulas", diz em meio a latas de tintas e madeiras, na sala
em reformas, visivelmente extenuado e feliz. À pergunta se
ser dono de um teatro é um sinal de reconhecimento, Edson
Bueno diz que não. ¿Eu não penso na palavra reconhecimento.
Quando olho para trás, vejo que fiz muita coisa no teatro
de Curitiba. Não preciso de homenagens, não é o que quero.
Este teatro, mais que reconhecimento, é um novo trabalho.
Este é um prédio, não é a Disneylândia. É um desafio, um novo
tempo. Não tenho ilusões míticas de mim mesmo¿.
Com essa visão é que Bueno multiplica seu tempo de domingo
a domingo, sem pausas. Pelo menos, até o final do Festival
de Teatro vai ser assim, como enfatiza. "Todas estas coisas
estão me renovando", afirma. Sobre as peças que levam sua
assinatura qualifica-as de "malucas, provocativas, com um
modus impressionista".
Os personagens, via de regra, são figuras excluídas da sociedade.
Até o Gralha, herói que saiu das páginas dos gibis para reinar
no palco, não veste o figurino tradicional. Um tom de comicidade
permeia as montagens, exceto "Estado de Guerra", que traz
um texto denso, cruel, realista.
Três adolescentes são colocados em cena: um deles é presa
dos outros dois. O autor foca sua inquietação na juventude
marginalizada. "Ela está fora do país, que não a acolhe. Primeiro
o jovem é marginalizado; quando fica adulto é morto. Não há
oportunidade de vida para ele¿, ressalta.
Em "Metamorphosis" Bueno deposita um olhar ¿mais expressionista
e patético¿, sem abrir mão do humor para narrar o drama do
homem que se transforma em inseto. "Psicose", que anos atrás
cumpriu temporada de sucesso no Centro Cultural Banco do Brasil,
no Rio de Janeiro, tem como personagem central um serial killer.
Mais doido, impossível.
23.3.05
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Terça-feira, Março 22, 2005
Amigos, Infelizmente, nem tudo são boas notícias, após anos
lutando contra o câncer, faleceu neste domingo a nossa amiga
e colega Anamaria Lottici, esposa do amigo Carlos Magno
(antigo colaborador da Elenco). Casal que contribuiu (e muito)
para as aventuras do Gralha, principalmente no ainda inédito
segundo álbum. Ela, inclusive fez o belo pin-up da quarta
capa (imagem acima). Ana foi uma boa pessoa e talento jovem
que nos deixou muito prematuramente. Gostariamos de pedir
a vocês que orem não só por ela, mas por toda sua família
neste momento tão difícil.
História em quadrinhos do Gralha (Gustavo Gomes) e da Gralhete
(Betina) ainda inédita, desenhada por Carlos Magno e Anamaria
Lottici:
Ana, as pessoas irão se lembrar sempre desse seu sorriso que
iluminava nosso grupo!!!
Meus Pesames ao nosso amigo Carlos Magno pelo falecimento
de sua esposa e nossa amiga Anamaria, cuja presença vai nos
fazer muita falta... elevamos nossos pensamentoa à memória
dela. Carlos Magno, estamos ao seu lado neste momento de constrição!
22.3.05
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Segunda-feira, Março 21, 2005
A estréia da peça do Gralha é hoje, meu Deus... eu já estou
ancioso, tivemos um ensaio geral agora de manhã... passando
tudo, afinando a iluminação (Bruel), testando projetor, cenário,
figurinos, entradas de cena, etc... tudo ok... a peça está
um tesão!
Hoje cedo, antes de ir pro ensaio passei na banca de jornal,
comprei tudo, o seu Mello só não tinha o Globo, mas achei
em outra banca mais tarde... na Folha de São Paulo, Folhateen,
saiu este quadro de meia página que você pode ver aqui acima,
com imagem do personagem e tudo (Valeu Diegão)... e no jornal
O Globo saiu esta matéria muito massa, que reproduzí na integra
pra vocês:
O GLOBO - SEGUNDO CADERNO
Rio, 21 de março de 2005 Versão impressa
Inspiração que vem dos quadrinhos
Peças como "Metamorphosis", "O Gralha..." e "Morgue Story"
comprovam tendência nos palcos curitibanos.
Roberta Oliveira
A temporada de sucesso de ¿New York por Will Eisner¿, em 1990,
não foi apenas responsável por dar ao então jovem Leandro
Knoplholz a idéia de criar em Curitiba um festival de teatro.
A peça escrita e dirigida por Edson Bueno também foi o primeiro
passo dado na realização de um casamento entre teatro e histórias
em quadrinhos. Casamento este que na atual edição do Festival
de Teatro de Curitiba tem dado muitos frutos. Só do próprio
Bueno são dois os espetáculos que buscam inspiração nessa
linguagem que estão na grade de programação do Fringe, mostra
paralela do festival.
¿ Gosto muito de quadrinhos, é uma cultura que está me alimentando
e me influenciando o tempo todo. Os desenhos se comunicam
muito comigo e é interessante tentar descobrir como eles podem
se comunicar também no teatro ¿ diz Bueno que, depois de ¿New
York por Will Eisner¿ foi influenciado outras vezes pelos
quadrinhos, mas nunca, segundo ele, como agora. ¿ Quero afundar
nessa estética.
Uma peça cita Kafka, outra usa um anti-herói curitibano
O mergulho tem início com as duas peças que estão no Fringe.
Inspirada no romance de Kafka, já em cartaz, ¿Metamorphosis¿
usa a linguagem das histórias em quadrinhos para acompanhar
a história que todos já conhecem, a de um homem que, numa
bela manhã, acorda transformado em inseto. Já ¿O Gralha em
¿Curitiba cidade do pecado¿¿, leva ao palco um conhecido personagem
de tirinhas curitibanas.
_ A idéia de fazer ¿Metamorphosis¿ não partiu da vontade de
levar o romance de Kafka ao palco, e sim de tentar transpor
a história em quadrinhos homônima de Peter Kuper ¿ diz Bueno.
¿ Li a revista e concluí que queria experimentar aquilo no
teatro.
Dos quadrinhos internacionais para os nacionais, Bueno também
resolveu estrear no festival o espetáculo ¿O Gralha em ¿Curitiba
cidade do pecado¿¿. No espetáculo, que estréia hoje, o autor
e diretor leva para o palco o personagem, criado há dois anos
por um grupo de desenhistas em quadrinho de Curitiba, numa
aventura escrita especialmente para o espetáculo. Na vida
real, o Gralha é um adolescente atrapalhado que tenta, sem
sucesso, passar no vestibular. Na ficção é um herói ainda
mais atrapalhado que tem um visual parecido ao de uma galinha.
Ele tenta descobrir o que está acontecendo com uma série de
personalidades curitibanas que vêm desaparecendo.
¿ Como em Curitiba, todos precisam ser medianos, ninguém pode
ser um fracasso nem um sucesso, um bandido ucraniano chega
na cidade para acabar com as figuras importantes das artes,
como Dalton Trevisan ¿ diz Bueno. ¿ É aí que entra em cena
Gralha.
Para Bueno, a linguagem e a estética dos quadrinhos permite
ao diretor explorar no teatro novos elementos.
¿ Nos quadrinhos tudo é possível, é possível passar do colorido
ao preto e branco, incluir um personagem de humor no meio
de uma cena trágica e daí por diante ¿ argumenta o diretor.
Paulo Biscaia Filho, diretor de ¿Morgue story ¿ Sangue, baiacu
e quadrinhos¿, concorda com Bueno que, aliás, faz uma participação
em vídeo no espetáculo do colega.
¿ A linguagem das histórias em quadrinhos dá aos espetáculos
uma dinâmica diferente, uma velocidade maior, por exemplo
¿ diz Biscaia Filho. ¿ Em ¿Morgue story¿, com a forma como
o olhar caminha pela página de uma história em quadrinhos,
sem uma ordem específica, para cima, para baixo, para o lado,
tudo ao mesmo tempo.
Atores contracenam com personagens projetados
No caso, de ¿Morgue story¿, a estética das histórias em quadrinhos
também está em cena graças às projeções em vídeo. Na parte
alta do palco, os personagens da trama contracenam o tempo
todo com personagens projetados e que dialogam a através de
fala dentro de balões e vozes em off .
¿ O que me interessa ali é a integração entre os atores e
a estática que estou querendo usar na peça, neste caso a dos
quadrinhos ¿ diz Biscaia, que encomendou os desenhos ao artista
curitibano conhecido por DW. ¿ Tanto eu quanto ele temos como
inspiração os desenhos de Daniel Clowes.
Também fazem parte da grade de programação do Fringe os espetáculo
¿Comics ¿ A verdadeira história dos super-heróis¿ e ¿Z.Y.Verissimo!!!
199,9 MHZ¿. Enquanto o primeiro mostra os heróis cansados
de ajudar a população de suas cidades e passam a viver como
seres humanos normais, o segundo mistura a linguagem dos quadrinhos,
cartoons e desenhos animados para narrar a história do radialista
Amaro Amaral. O texto de Maz Reinert enfatiza a ironia dos
textos de Luis Fernando Verissimo.
O
Globo on-line
olha o Fiani aí conferindo a matéria na Folha de São Paulo:
Confira aqui a programação
de todas as peças do Teatro Lala Schineider para o Festival
de Teatro de Curitiba.
21.3.05
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Para os curiosos de plantão... Maicon Santini é Gustavo
Gomes:
Veja aqui os fotologs de alguns dos atores desta montagem:
Maicon Santini
Renata
Marcel 1 - Marcel 2
21.3.05
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Quarta-feira, Março 16, 2005
Meu Deus....
eu sou pai do Alfred E. Newman, da MAD...
Não é nada disso... é só o primeiro dente de leite do
Juan que caiu... he he he...
16.3.05
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Domingo, Março 13, 2005
O Juan e eu fomos assistir a pré-estréia do filme Robots,
neste sábado, uma animação muuito divertida, inteligente,
cheia de referências, do mesmo pessoal que produziu "Era do
Gelo", e o mais legal deste filme é saber que ele foi co-dirigido
por um brasileiro, Carlos Saldanha, só por isso já vale a
pena ir assistir no cinema.
O Clube dos Caricaturistas foi chamado para entreter os jornalistas
e convidados da Fox do Brasil, da Claro e Espaço Z antes da
apresentação do filme.
veja aqui alguns dos convidados caricaturizados pelo Edu e
pelo Natan:
13.3.05
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Sexta-feira, Março 11, 2005
A Volvo do Brasil, sempre criativa, montou uma praça
que imita o nosso calçadão da XV no meio do pátio da fábrica,
e pra lembrar um pouco mais o clima do centro da cidade convidou
vários artistas para se apesentarem no almoço de inauguração
desta "Rua das Flores" clonada, o Rafael fez o Estátua-viva,
a Flávia fez perfomace do palhacinho com esculturas de balões
e o Marcelo Martins e eu fizemos caricaturas, tinha ainda
o saxofonista e a cantora:
E estas a Michele encomendou para presentear as amigas formandas:
11.3.05
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Segunda-feira, Março 07, 2005
O GRALHA CHEGA AOS PALCOS NO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA
A PEÇA DE TEATRO
Com texto e direção de Edson Bueno, a peça é uma montagem
da Cia Máscaras de teatro que adapta fielmente o espírito
das HQs. Inspirado em roteiros escritos por José Aguiar (
um dos criadores e desenhistas do personagem) o texto costura
diversas cenas de histórias publicadas e de outras ainda inéditas
do Gralha. Nele, o dilema do adolescente Gustavo Gomes é dividir
sua vida pessoal de adolescente com a vida de herói em busca
de justiça. Na trama, o vilão ¿O Craniano¿ está abduzindo
todas as personalidades pensantes de Curitiba, restando apenas
a mediocridade à cidade. Uma comédia crítica sobre o povo
de Curitiba e sua maneira de se enxergar diante do mundo.
Nada mais apropriado numa cidade onde o maior herói é alguém
fantasiado como a ave-símbolo do Paraná.
O DIRETOR:
Ator, diretor e roteirista premiado, Edson Bueno foi o primeiro
autor de teatro a transpor a obra do grande autor de Hqs Will
Eisner para o teatro. Em 1990, sua peça NEW YORK POR WILL
EISNER foi um tremendo sucesso de público e crítica, levando
cerca de 20.000 pessoas ao Teatro Guaira, além de conquistar
05 troféus Gralha-Azul ( incluindo melhor diretor) , a maior
premiação do teatro paranaense.
A importância da relação entre Histórias em Quadrinhos, Bueno
deixa claro no seguinte texto sobre a montagem NEW YORK:
"O cinema é a arte que mais se adapta aos personagens de
histórias em quadrinhos, até porque, por sua própria essência,
as HQ são desenhadas com grande influência de planos, movimentos
de câmera, etc. Principalmente depois de Orson Welles e CIDADÃO
KANE! Will Eisner inovou a linguagem das HQS não apenas por
dar a elas conteúdo e profundidade quase literária, como também
por perceber esta conexão, hoje, óbvia. Então, é pouco comum,
os personagens de HQ se darem bem no teatro, por exemplo,
uma arte essencialmente da palavra e onde a imagem é relegada
ao segundo plano, praticamente limitando-se a um grande plano
geral. A partir dos anos 70 o teatro também aventurou-se pelos
caminhos da imagem, num certo sentido liberando-se para outras
linguagens e num outro quase abrindo mão de sua essência e
peculiaridade. Com isto, as platéias ficaram mais sensibilizadas
para novas experiências teatrais."
Se em New York Bueno explorou o aspecto intimista e "noir"
do personagem SPIRIT, agora com o Gralha ( com montagem da
Cia Máscaras de Teatro) ele tem a oportunidade de fazer o
público rir e refletir sobre si mesmo ao abordar a sua própria
cidade como personagem e não apenas como um cenário.
SERVIÇO:
O GRALHA EM: CURITIBA CIDADE DO PECADO
Adaptação e direçao de Edson Bueno.
Inspirado em histórias em quadrinhos escritas por José Aguiar.
Com: João Luiz Fiani , Marino Jr, Fábio Silvestri, Mateus
Zucolotto, Eduardo Moreira e grande elenco.
FESTIVAL
DE TEATRO DE CURITIBA 2005
TEATRO LALA SCHNEIDER
Rua Treze de Maio, 629 - Largo da Ordem - Curitiba/PR - Fone:
(41) 232-8108 / 323-7390
DIAS:
21, 23, 25 e 26/03 - 24h
22/03 - 18h
24/03 - 21h
A Curitiba do Gralha:
A capital paranaense tem fama de cidade laboratório que, graças
ao marketing e a auto-promoção tem crescido muito nos últimos
anos. Imagine que daqui a um século ou pouco mais, ela cresceu
tanto a ponto de englobar todo o estado do Paraná em seu território,
virando uma típica megalópole de HQs futuristas. Nela os prédios
são gigantescos, carros voam, gibis de papel são relíquias
e, na falta de espaço, as árvores são plantadas no topo de
edifícios. Nesse futuro clichê habita o Gralha.
O personagem
Criação conjunta de José Aguiar, Tako x, Antonio Eder Augusto
Freitas, Luciano Lagares, Edson Kohatsu, Nilson Mueller e
Alessandro Dutra ( que elaborou a primeira versão do visual
do herói). Na sua primeira aparição, o roteirista Gian Danton
escreveu o texto da aventura.
Além desses autores já trabalharam com o personagem ABS Moraes
(roteiro), Edu Moreira, Rogério Coelho, Carlos Magno e Márcio
Freire (cores).
Trajetória do Gralha dentro e fora dos quadrinhos
A primeira HQ do Gralha foi publicada na revista Metal Pesado
Especial- 15 anos da Gibiteca de Curitiba, em 1997, revista
vencedora do Troféu HQ mix de melhor revista mix de quadrinhos
daquele ano. Entre 1998 e 2000, o personagem teve uma página
semanal de quadrinhos no jornal Gazeta do Povo. Aventuras
essas reunidas em livro, lançado pela editora Via lettera
em todo o Brasil em 2001 e recebeu o Troféu HQ mix de melhor
álbum de ficção . Em2002 o personagem chegou ao cinema num
curta-metragem dirigido pelo cartunista Tako X, vencedor do
prêmio de melhor filme do juri popular do VII Festival de
Cinema de Curitiba. Filme esse que ganhou continuação em 2004.
Agora em março de 2005 o personagem chega aos palcos. Em abril
ele será destaque na revista Wizard, da editora Panini Comics
e terá uma HQ de José Aguiar publicada na mesma revista.
Quem é o Gralha?
Gustavo Gomes/ O Gralha:
É um estudante que é sustentado pela família. Seus poderes
latentes são ativados pelas duas bolas amarelas na máscara
do seu uniforme: as "Gemas do Poder". Gustavo é desatento,
não muito articulado e conta mais com o seu azar do que com
seus poderes para combater o crime. A ave gralha-azul é um
dos símbolos do estado do Paraná. Pouco mais que um passarinho
grande, não é uma ave de rapina, assim como o Gralha é um
herói nada avantajado.
Quem são os outros personagens dos quadrinhos na peça?
O Craniano:
Misterioso gênio científico, cujas motivações nada tem a ver
com dinheiro ou poder. Até por isso, extremamente perigoso.
Pouco se sabe a seu respeito. Sua enorme cabeça em forma de
ovo é tatuada com motivos que lembram as "pêssankas", ovos
pintados artesanalmente pelos ucranianos. Personagem criado
por José Aguiar.
A Araucária:
A baixinha ex-assistente do dr. Botânico foi cobaia de seus
experimentos, tornando-se uma mulher capaz de agigantar-se.
A araucária, ou Pinheiro do Paraná, é outro símbolo do estado,
por ser uma espécie de árvore típica da região. Personagem
criada por José Aguiar
Dr. Botânico:
Outro gênio científico do mal. Sua especilidade é a criação
de plantas manipuladas genticamente. Personagem criado por
Augusto Freitas.
Milton:
O melhor e mais nerd amigo de Gustavo. Personagem criado por
Edson Kohatsu e Edu Moreira
Lila: A amiga apaixonada por Gustavo mas quue não consegue
nada com ele. Criada por Antonio Eder e jairo Rodrigues.
Glória: A protetora mãe de Gustavo. Personagem criada por
José Aguiar
   
7.3.05
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Domingo, Março 06, 2005
No último domingo no Beto Batata Barigüi em Curitiba,
aconteceu a transmissão da premiação do Oscar 2005. Os apaixonados
por cinema tiveram a oportunidade de acompanhar a festa em
um telão e participar de um bolão. Durante a noite aconteceram
sorteios de brindes e rodadas de drinks e petiscos na faixa.
Uma galera bonita e alto astral marcou presença, garantindo
o sucesso da noite do Oscar 2005 no Beto Batata. O evento
foi realizado em parceria com a agência Espaço Z. A Equipe
AFTERHOUR esteve presente registrando os melhores momentos
da noite, confira lá. AFTERHOUR
6.3.05
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